CUIDADO! A sua pasta de dente pode estar te matando!

Descobertas recentes revelam que o flúor pode ser o grande responsável por distúrbios mentais e casos de câncer. Continue lendo e descubra tudo sobre essa PREOCUPANTE descoberta!

Descobertas recentes revelam que o flúor, componente presente na maioria dos cremes dentais e até mesmo na água, pode ser o grande responsável por distúrbios mentais e casos de câncer. Continue lendo e descubra tudo sobre essa PREOCUPANTE descoberta!


Você deve ter crescido ouvindo que as pastas de dente eram importantes porque tinham um ingrediente chamado flúor. Segundo os dentistas e os nossos pais, o flúor seria o grande responsável por evitar que você acabasse tendo problemas com as cáries.

Desde a década de 1950, esse componente é adicionado até mesmo aos sistemas de abastecimento de água. Mas já parou para se perguntar o que acontece quando um remédio vira veneno? Cientistas descobriram que as cáries não chegam nem perto de todos os terríveis problemas que podem ser provocados pelo flúor. Nós, do Saúde e Verdade, decidimos investigar essa polêmica e te deixar por dentro de tudo!

O que alegam os dentistas:

Conforme esperado, a opinião da maioria dos dentistas continua sendo a de que o flúor é essencial para os cuidados com a higiene bucal.

Eles argumentam que esse componente químico tem a
capacidade de inibir o desenvolvimento da placa bacteriana e, por isso, deve ser indispensavelmente adicionado aos cremes dentais para adultos (guarde esta informação) e aos reservatórios de água, medida que recebeu o nome de “fluoretação”.

À primeira vista, essa medida pode parecer positiva. Segundo as nossas pesquisas, o flúor realmente é capaz de fortalecer os seus dentes e de recuperá-los dos estágios iniciais da cárie. Como nem toda a população tem acesso a tratamentos dentais ou a profissionais de saúde de qualidade, o objetivo da fluoretação da água que bebemos todos os dias seria justamente ajudar os menos favorecidos a manter seus dentes saudáveis.

Apesar dessa ideia parecer bastante justa no papel, na prática os resultados não foram exatamente os esperados: em excesso, o flúor pode causar doenças que se manifestam nos ossos ou nos dentes, também conhecidas como fluoroses.

A fluorose dentária é a mais “comentada” pelos profissionais de odontologia. Isso porque os problemas associados a essa doença costumam ser mais estéticos do que propriamente maléficos à saúde.  Os sintomas são o aparecimento de manchas brancas ou marrons sobre os dentes. Em casos mais graves, essas manchas podem deixar os dentes extremamente fracos, o que é um grande problema.

Devido ao risco de a fluorose evoluir e deixar manchas marrons muito nítidas ou tornar os dentes quebradiços, os odontologistas decidiram recomendar que crianças não utilizassem cremes dentais contendo flúor. Isso seria por conta do período de mudança da dentição, em que os dentes permanentes estariam se formando e ficariam, por isso, mais suscetíveis à ação danosa do flúor.

Exemplo de fluorose dentária em grau avançado

Mas será que é “só” por causa da fluorose dentária que os dentistas recomendam que as crianças não consumam tanto flúor assim?

Nossa equipe decidiu apurar todas as pontas soltas dessa história e as descobertas são assustadoras!

O que revelam as pesquisas:

Primeiramente, decidimos investigar se os únicos riscos comprovados do flúor eram os associados às fluoroses e se a fluorose óssea era parecida com a dentária. O que descobrimos foi que o flúor era tão mal visto por diversos pesquisadores que já havia sugestões para que a sua adição à água potável fosse revista.

Segundo cientistas, as políticas de saúde pública para o combate às cáries precisam deixar de envolver a ingestão sistemática do flúor urgentemente. Estudos indicam que o flúor pode ser considerado uma toxina capaz de provocar desde distúrbios hormonais até câncer! O flúor parece mesmo ser, na verdade, um veneno que ingerimos pensando que vai fazer bem.

Mas como exatamente o flúor pode provocar tudo isso? Vejamos o que a nossa equipe descobriu. É uma pergunta bastante válida.

Doenças associados ao flúor:

O flúor está mesmo sendo associado a diversos tipos de problemas de saúde e a fluorose dentária não é o único mal que pode afetar indivíduos ainda na infância.

Foram encontradas relações entre o consumo de flúor por crianças e uma redução do QI, o coeficiente de inteligência.

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Harvard, o perigo é real: o flúor parece ser uma neurotoxina que afeta o desenvolvimento do cérebro mesmo quando ingerido em doses abaixo das consideradas tóxicas para um adulto.

No caso dos distúrbios hormonais, pesquisas apontam que o flúor interfere na produção de hormônios importantes da tireoide, podendo provocar uma doença chamada de hipotireoidismo. Os sintomas comuns dessa doença incluem:

  • Fadiga;
  • Ganho de peso;
  • Cabelos ressecados;
  • Irritabilidade;
  • Alterações no ciclo menstrual;
  • Dores musculares;
  • Depressão.

Agora imagine que você um dia começou a apresentar alguns desses sintomas. Você imaginaria que eles poderiam ser consequência de um consumo excessivo de flúor? E tem mais: lembra-se da fluorose óssea, que ficamos de explicar mais em detalhe? Pois agora vamos contar um pouco sobre o que descobrimos a respeito dessa doença tão grave.

Os (grandes) perigos da fluorose:

A fluorose óssea acontece quando o flúor se junta ao cálcio e se acumula nos ossos, tornando-os mais duros. Essa doença pode evoluir e provocar depósitos de sais de cálcio nas articulações, fazendo que elas fiquem rígidas. Em graus avançados, a fluorose óssea causa deformidades no corpo e pode até ser fatal.

Algumas populações da Índia sofrem desse mal em larga escala. Não é à toa que muitos dos estudos contra o flúor tomam esse país como exemplo. Os efeitos assustadores do flúor são particularmente percebidos pelos indianos, que morrem ano a ano por causa do seu consumo na água. E sabe a pior parte? Sem saber, ingerimos essa toxina todos os dias, seja na água ou nas pastas de dente!

Imagens de um distrito indiano que mostram as terríveis deformidades físicas provocadas pelo flúor

Além de um problema tão horrível como a fluorose óssea, o flúor é ainda apontado como o responsável pelo desenvolvimento destes tipos de câncer:

  • Câncer da cavidade oral e da faringe;
  • Câncer de cólon;
  • Câncer de reto;
  • Câncer hepatobiliar;
  • Câncer nos órgãos do sistema urinário;
  • Câncer nos ossos.

A associação do flúor com o câncer nos ossos é a mais comum de se encontrar. De acordo com as fontes, o flúor seria responsável por provocar a formação de tumores malignos, como os osteossarcomas. Uma das razões para isso seria a proliferação exagerada e danosa de células que causariam a fluorose dentária. Agora tudo está conectado.

Por que ninguém sabe dessas informações?

Com tantos tipos de doenças graves diferentes, é de se surpreender que ainda não haja uma campanha global tão divulgada contra o flúor. Muitos países já aboliram seu uso nos sistemas de abastecimento de água e existe um cuidado para que crianças não utilizem cremes dentais com esse químico. Mas por que a sociedade em massa não é informada sobre isso? Por que querem tanto esconder os perigos do flúor?

A resposta para isso é preocupante: o flúor é uma bandeira política e econômica, que influencia diretamente as questões de saúde pública e está presente em marcas de peso no mercado. As associações de dentistas podem continuar defendendo que, em quantidades controladas, o flúor é inofensivo e benéfico para os dentes. Mas quem garante que essas quantidades são mesmo controladas?

Além disso, ainda em 1997 a FDA (Food and Drug Administration, agência reguladora americana para alimentos e medicamentos) passou a obrigar fabricantes de cremes dentais a acrescentar às embalagens de pasta de dente um aviso de risco de envenenamento. Esse aviso é necessário porque muitos dentifrícios à base de flúor são produzidos com sabores que apelam para o público infantil, como chiclete ou morango.

Em vista disso, diversas crianças ficam expostas ao risco de ingerir o creme dental em quantidades perigosas para a saúde ou mesmo fatais. Em 1987, foi descoberto que um tubo de pasta de uma pasta de dente infantil comercializada à época possuía flúor o suficiente para matar uma criança que pesasse menos de 30 kg.

Como se pode ver, os riscos do flúor já são percebidos há bastante tempo e isso só reforça as teorias de que os grandes fabricantes de pastas de dente estão por trás dos estudos e argumentos a favor do flúor. Uma associação americana chamada Fluoride Alert Network (“Rede de Alerta para o Fluoreto”¹) denunciou que as tentativas de desmentir as pesquisas sobre as relações entre o flúor e o câncer são na verdade motivadas por interesses obscuros.

Por exemplo: o dentista que avaliou e desmereceu o estudo de Harvard sobre o câncer nos ossos não só é um ativista pró-flúor como também já trabalhou para a Colgate.

Em resumo, os argumentos contra o flúor são variados e contam com um embasamento científico que está sempre sendo sabotado ou colocado para escanteio por grandes empresas e agentes políticos.

Em 2017, inclusive, a “Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia” publicou uma análise detalhada sobre os inúmeros riscos do flúor. No estudo, os argumentos estão embasados por uma ampla fundamentação científica.

Existem alternativas? Como manter os dentes limpos sem flúor?

Diante de tantas informações chocantes, você deve estar se perguntando o que fazer para manter os dentes limpos e sem os malefícios do flúor. A equipe do Saúde e Verdade se reuniu para buscar formas mais seguras e eficazes de garantir a saúde bucal.

O fato é que a preocupação com o flúor está progressivamente ganhando algum espaço na Internet e na mídia apesar das tentativas de controle da informação. Devido a isso, diversos métodos alternativos para a limpeza dos dentes e da boca como um todo têm sido propostos.

Dentre eles, podemos citar:

  • Escovar os dentes com açafrão: quando a apresentadora Bela Gil revelou ao país que escovava os dentes com cúrcuma (também conhecida como açafrão-da-terra), ela foi duramente criticada e virou motivo de piada nas redes sociais. Contudo o açafrão realmente é conhecido por suas propriedades antifúngicas, antissépticas e anti-inflamatórias, o que nos fez considerar a sugestão da filha do cantor Gilberto Gil;
  • Enxaguar a boca com óleo de coco: o enxágue com óleo de coco tem raízes na medicina indiana tradicional e continua sendo uma alternativa de peso para quem quer prevenir cáries e mau hálito. O óleo de coco é conhecido por prevenir doenças da gengiva e combater dores na mandíbula;
  • Usar óleos essenciais: inúmeras pesquisas já estão confirmando que os óleos essenciais são úteis para diversos fins medicinais, inclusive para a higiene bucal. Óleos como o da casca de laranja possuem propriedades bactericidas, que impedem a formação da placa dental e eliminam o mau hálito;
  • Escovar os dentes com carvão ativado: o carvão ativado tem sido muito empregado para fins estéticos, embora seus primeiros usos para consumo humano tenham sido no combate a intoxicações. Recentemente, descobriu-se que o carvão ativado apresenta excelentes propriedades de limpeza dos dentes, além de ser capaz também de remover manchas superficiais. Deste modo, ele tem sido utilizado como um clareador dental caseiro.

Já falamos aqui no blog sobre o uso do carvão ativado como clareador dental e reforçamos a nossa pesquisa. De fato, com o preparo adequado, o carvão ativado pode, sim, se mostrar uma excelente ferramenta para o cuidado com a saúde bucal. Antes de comprar o seu produto, verifique todas as informações do vendedor e se certifique de que o produto se encontra dentro dos parâmetros de segurança estabelecidos para dentifrícios clareadores.

Vale ressaltar que analisamos diversas marcas disponíveis no mercado nacional. Durante a análise, constatamos que apenas a marca Carvvo apresentou estudos científicos sobre a eficácia e segurança do seu clareador dentalà base de carvão ativado. Caso deseje saber mais sobre a marca, basta consultar o portal https://www.carvvo.com.br/.

Reprodução: Carvvo (https://www.carvvo.com.br)

Lembrando que nós não possuímos nenhum tipo de vínculo com a empresa e não recebemos comissões. Apenas divulgamos o que constatamos durante a análise.

E você, o que pensa sobre toda essa polêmica do flúor? Concorda com os estudos que demonstram que esse aditivo é um risco? Você utiliza ou utilizaria um dentifrício alternativo, como um dos listados acima? Não deixe de colocar sua resposta nos comentários!


Nota: os íons fluoreto são as espécies químicas de carga negativa adicionadas às pastas de dente e à água. Aqui no Brasil, apelidamos esses fluoretos de “flúor”, nome dado ao que seria o átomo original do fluoreto, isto é, a espécie sem a carga negativa.